16/11/2025

Agro puxa superávit de US$ 1,8 bilhão na balança comercial da primeira semana de novembro

Agro puxa superávit de US$ 1,8 bilhão na balança comercial da primeira semana de novembro

Da redação com informações do Agrolink

A balança comercial brasileira apresentou superávit de US$ 1,811 bilhão na primeira semana de novembro de 2025, com corrente de comércio total de US$ 13,8 bilhões. As exportações somaram US$ 7,8 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,9 bilhões, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado do ano, as exportações atingiram US$ 297,5 bilhões e as importações, US$ 243,3 bilhões, resultando em saldo positivo de US$ 54,2 bilhões e corrente de comércio total de US$ 540,8 bilhões. A média diária das exportações até a primeira semana de novembro foi de US$ 1,56 bilhão, crescimento de 6,4% frente ao mesmo período de 2024. Já as importações aumentaram 7,9% na mesma base de comparação.

Com esses resultados, a corrente de comércio diária média foi de US$ 2,759 bilhões, e o saldo comercial médio diário, de US$ 362 milhões, representando alta de 7,1% sobre novembro de 2024.

Desempenho setorial

A análise da Secex mostra crescimento de 42,2% nas exportações da agropecuária e de 10,7% na indústria de transformação, enquanto a indústria extrativa registrou queda de 22,7% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

O setor agropecuário liderou as exportações mensais, com US$ 1,68 bilhão, seguido pela indústria extrativa, com US$ 1,54 bilhão, e pela indústria de transformação, que alcançou US$ 4,55 bilhões. O aumento das vendas externas foi impulsionado principalmente pelos embarques de café não torrado, soja e algodão em bruto.

Entre os produtos com retração, destacam-se animais vivos, arroz em casca e milho não moído na agropecuária; fertilizantes brutos e óleos de petróleo na indústria extrativa; além de açúcar, farelo de soja e celulose na indústria de transformação.

Nas importações, houve queda de 5,2% na agropecuária, com US$ 110 milhões, e alta de 11,5% e 8,0% nas indústrias extrativa e de transformação, que somaram US$ 350 milhões e US$ 5,5 bilhões, respectivamente. Segundo a Secex, o avanço nas compras externas foi puxado pela maior demanda por trigo, soja, matérias vegetais, óleos combustíveis e máquinas industriais.

Apesar do aumento geral nas importações, houve recuo nas aquisições de cevada, milho, frutas, fertilizantes químicos e veículos automóveis.

 

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